Destination Wedding: a moda não é só comprar, mas casar no exterior

Destination Wedding é o nome de uma tendência que cresce no Brasil, e tem ido além das fronteiras de cidades e estados. Sim, caras noivas, estamos falando de casar em outro país, e os destinos preferidos são Caribe, Ilhas Maldivas, Itália e França.

O casal pode oferecer aos convidados apenas a festa no lugar escolhido ou arcar com todos os custos, desde o transporte até a hospedagem. Com tanta opção, segundo Jacqueline Mikahil, autora do livro “Destination wedding – O casamento como destino”, os valores podem variar de acordo com o número de convidados e o local da festa: na Europa uma celebração pode custar a partir de 30 mil euros, o equivalente a R$ 72 mil. Apesar de a distância dificultar a contratação dos fornecedores, estes destinos estão se preparando para nos receber e já apresentam opções e pacotes para facilitar a vida das noivas.

Mas porque viajar para casar, a tradição não é casar e depois viajar? Depende do que você procura. Em um Destination Wedding, a celebração no casamento não está limitada a algumas horas de cerimônia e festa. Os noivos passam alguns dias com amigos e familiares, em uma comemoração mais íntima já que não são todos que se dispõem a pagar a viagem. O que o casal deve estar ciente ao optar por se casar em outro país, é que a lua-de-mel será no mesmo local em que os familiares vão ficar – a maioria dos pacotes inclui noites extras para a lua-de-mel no local. E como sabemos, é indelicado convidar alguém para o seu espaço e depois deixar os convidados. Quem quiser mais privacidade, programe-se para continuar a viagem alguns dias depois da comemoração, sem a companhia dos convidados.

O planejamento deste tipo de casamento deve começar com maior antecedência, de um a um ano e meio no máximo. Assim como em qualquer casamento, o primeiro passo é definir o orçamento e, então, escolher a cidade ou país desejado. O próximo passo é preparar a lista de convidados, que deve ser limitada. Com a lista em mãos, adota-se a tradição do “save the date”, que é enviado aos convidados com 10 meses de antecedência para que eles tenham tempo suficiente para programar uma viagem e possam confirmar presença, a fim de facilitar os cálculos do casal. Mas, ao contrário dos “save the date” comuns, vocês precisarão dar mais informações neste primeiro aviso sobre onde ficar, cias aéreas, clima no período do casamento, etc, para que os convidados possam se organizar.

Um alerta importante é que quem quer se casar no exterior terá de pensar em abrir mão de algumas coisas, como por exemplo a cerimônia religiosa, que requer uma série de documentos e o pagamento de uma taxa. Lembre-se também de que não haverá oficialização legal do casamento em terras estrangeiras, portanto casem-se primeiro no civil aqui no Brasil e comemorem o matrimônio em qualquer lugar do mundo, com as bênçãos de um celebrante à sua escolha.

Foto: Leandro Lourenço, retirada do portal IG em 17/04/2012 (http://delas.ig.com.br/noivas/cerimoniaefesta/casamento-em-terras-estrangeiras-destination-wedding/n1597741086090.html)

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